Você achava que o amor nascia no coração? Enganou-se. É graças às substâncias químicas atuando no cérebro que… perdemos a cabeça.
Segundo a última edição da revista Wired, cientistas descobriram a origem química do amor. Vou traduzir o texto, espero que esteja cientificamente correto. (Se algum médico/químico/biólogo puder/quiser corrigir, fique à vontade).
Voltando ao amor, os culpados por tudo são os neurotransmissores que atuam sobre o sistema de recompensa do cérebro. Ao responder a um estímulo dos olhos (ou do nariz) provocados por uma determinada pessoa, o cérebro produz dopamina, substância que alavanca um desejo sexual. Os níveis de serotonina aumentam, criando aquele sentimento de ‘não consigo viver sem essa pessoa’. Aí entram em ação a ocitocina e a vasopressina, dois hormônios produzidos pelo hipotálamo. A duplinha é tiro e queda: quando se juntam, deixam a gente com aquela cara de bobo e a cabeça longe, longe.
FONTE:http://blogs.estadao.com.br
Adorei o que você encontrou sobre esse assunto! Sua pesquisa está ficando muito boa!
ResponderExcluirFalta agora explicar o que é cada uma dessas substâncias que você citou, ok?
Ah, e sugiro que você procure outras fontes, para contrapô-las e verificar se há um consenso sobre a explicação que você achou.
Profª Giselle